A reprodução dos poríferos pode ser assexuada ou sexuada.

Assexuada: Pode ocorrer por brotamento, ou por regeneração.

Brotamento: formam-se brotos, que podem se separar do corpo do animal e dar origem a novas esponjas. 



Regeneração: se uma esponja for partida em pedaços, cada pedaço poderá dar origem a uma nova esponja.




Sexuada: Quando os espermatozoides estão maduros, saem pelo ósculo, e penetram em outra esponja, onde um deles fecunda um óvulo. 
Após a fecundação, que é interna, forma-se uma célula ovo ou zigoto, que se desenvolve e forma uma larva. 
A larva sai do corpo da esponja, nada com a ajuda de cílios e se fixa no substrato onde se desenvolve até originar uma nova esponja.


As esponjas, de acordo com a estrutura corporal, são divididas em três tipos:
  • Áscon: São mais simples. Tem parede fina, perfurada por poros que vão diretamente o átrio, que é todo coberto por coanócitos;
  • Sícon: São um pouco mais complexas. Possuem canais radiais revestido de coanócitos, que vão até o átrio e parede um pouco mais espessa que o tipo áscon;
  • Lêucon: São complexas. A parede da esponja é espessa e apresenta câmaras forradas de coanócitos (canas radiais, como na imagem abaixo), as câmaras vibráteis, que se comunicam com o átrio através de finos canais. São esponjas que constituem colônias, formados por indivíduos não muito bem definidos. 






Como dito antes, a estrutura dos poríferos é bem simples. Eles possuem forma de vaso. São compostos por várias células. Cada uma com uma função:

           




Células:


Pinacócitos: São células achatadas, bem unidas entre si. Elas tem função de revestimento.






Porócitos: Células que possuem um canal em seu interior, que permite a entrada de água do exterior para a espongiocela, através da abertura chamada óstio.



Coanócitos: Células flageladas, com uma membrana em forma de colarinho em sua região apical. O batimento desses flagelos cria uma corrente que faz a água circular no interior da esponja e sair pelo ósculo. A circulação da água é importante para as funções vitais da esponja, tais como alimentação, excreção, reprodução e trocas gasosas.


Amebócitos:  
Células dotadas de movimentos ameboides. Presentes entre as camadas internas e externas, onde há uma Mesênquima gelatinosa. Por serem totipotentes, atuam em diferentes processos como crescimento, regeneração, reprodução e digestão.


Sustentação:

Mesênquima: Substância gelatinosa, constituída predominantemente por proteínas. Na qual se encontram imersos os amebócitos e as espículas.


Espículas: Elementos esqueléticos que sustentam a parede do corpo e mantêm a esponja ereta. Estas estruturas podem ser constituídas por carbonato de cálcio, sílica ou por fibras de uma proteína chamada espongina.


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